Eucalipto Rende Mais que Poupança.




  Hoje em dia plantar eucalipto é uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro mais facilmente, e tem gente que acredita que é muito melhor que uma poupança. O plantio de eucalipto tem virado febre em muitas regiões do Brasil, e ele poderá ser aproveitado depois de seis anos. 

  O bom é que uma vez plantado, após seis anos ele poderá ser derrubado e sua madeira poderá ser usada para vários fins, como madeira para moveis, para construções de casas, para mourão de cerca, ou então para ser vendido como lenha. 

  Árvores plantadas em uma pequena área da fazenda podem ser uma alternativa de investimento, em tempos de queda do rendimento das aplicações de renda fixa de incerteza na bolsa.



Quanto renderiam R$ 3 mil aplicados em uma caderneta de poupança durante 13 anos?


  Pelas novas regras anunciadas pelo governo federal, seria possível resgatar não mais do que R$ 5,4 mil. Mas, se esse mesmo valor fosse investido no plantio de árvores como eucalipto, mogno africano, teca, ou mesmo em seringueira e acácia, a conta ficaria mais atraente. Enquanto na poupança o rendimento gira em torno de 6% ao ano, no eucalipto, por exemplo, a rentabilidade beira os 13%. Um hectare de eucalipto, em uma conta simplificada, se transformaria em R$ 36 mil após 13 anos, seis vezes mais do que a poupança tradicional. 

  Nos cálculos entram apenas os custos com o preparo de solo, adubação, controle de ervas daninhas, com a compra das mudas e as receitas obtidas com a venda de 300 metros cúbicos de madeira, hoje cotada em torno de R$ 120 o metro cúbico. “Com essa idade, a madeira pode ser vendida para o setor moveleiro”, diz o professor Márcio Lopes da Silva, da Sociedade de Investigações Florestais (SIF), departamento de engenharia florestal da Universidade Federal de Viçosa (MG). Segundo ele, o cultivo da madeira como poupança é uma atividade recente no País. “Olhar uma árvore como poupança é um dado novo no setor e uma tendência crescente”, diz Lopes da Silva. “A produção funciona como um fundo de investimentos e o produtor dispõe dele no momento em que achar necessário.”

  Segundo César Augusto Reis, diretor-executivo da Associação Brasileira de Florestas (Abraf), em Brasília, o cultivo da madeira é de ciclo longo, por isso, pode entrar na propriedade como atividade complementar. Muitas empresas têm programas de fomento, com doação de mudas, insumos e garantia de compra da madeira , diz. “Quem quer a madeira como poupança também pode aproveitar oportunidades como essas”, diz o diretor.

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